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Gestão Pública do Meio Ambiente: O Caso da Floresta da Tijuca no Século XIX

O presente estudo teve por objetivo analisar a forma como o refl orestamento da Tijuca foi reportado pela imprensa da cidade do Rio de Janeiro. Para tal, por meio da análise histórica das edições do jornal Diário do Rio de Janeiro, no período de 1840 a 1890, notou-se que as Teorias do Ressecamento e das Torrentes possibilitaram o surgimento da consciência de que a destruição da vegetação, principalmente em torno dos mananciais, acarretava chuvas menos abundantes e, consequentemente, grandes défi cits no fornecimento de água potável. Diante desta conjuntura, as demandas urbanas de abastecimento de água, de produção agrícola, de um clima mais saudável e de áreas de lazer para a elite carioca surgiram como os principais argumentos para o advento do refl orestamento da Tijuca. Notou-se ainda a existência de discursos com posturas, concepções e valores ambientais relacionadas ao Romantismo, Utilitarismo, Valor Intrínseco e Valor Instrumental, o que evidenciava o pluralismo da visão acerca da natureza, muito embora a presença do Utilitarismo tenha sido muito mais recorrente

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