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Varejo, Startups e Hackatons: como otimizar vendas se o consumidor mudou seu estilo de compra?

On fevereiro 12, 2016, Posted by , In Cases, By ,,, , With No Comments

O que é?
A sede do Magazine Luiza, um escritório de 6 000 metros quadrados localizado sobre a principal loja da rede, fica na Marginal do Tietê, na Vila Guilherme, em São Paulo. Mas é a algumas quadras dali, num espaço de paredes grafitadas, com cara de startup, que um dos principais grupos varejistas do Brasil se prepara para enfrentar as transformações que as novas tecnologias têm imposto ao varejo.
Nesse local, onde o traje oficial é tênis e bermuda, 64 profissionais, entre programadores, designers e especialistas em big data, fazem hackatons — maratonas de programação que duram até 30 horas — para criar soluções inovadoras para o e-commerce da rede. Quem comanda esse time de nerds é Frederico Trajano, de 40 anos, herdeiro e diretor de operações da empresa.

Como?
Atualmente as experiências de compras por meio do chamado e-commercce aumentaram exponencialmente. Lojas amplamente conhecidas como o Magazine Luiza utilizou de técnicas de aperfeiçoamento da eficiência para se enquadrar nesse novo universo. “Ela vai ter de ser divertida, didática, sensorial e vai ter de estar cada vez mais próxima do cliente, que pode resolver comprar pela internet e retirar na loja. Teremos de ir além da transação.”
“Até bem pouco tempo atrás, a C&A não tinha de se preocupar com o vendedor chinês, porque importava dele. Agora o Alibaba está vendendo direto para o cliente final. E você pode ter também concorrentes startups, que fazem o negócio de um jeito que você nem imaginava ser possível.”
Deste modo, foi criado um laboratório de desenvolvimento e inovação, o Luiza Labs. É uma estrutura separada, totalmente focada em criação de novas soluções. Esse é um grande marco para uma empresa varejista. Fizemos muita coisa bacana lá, como nossa vendedora virtual e uma plataforma de vendas pelo Facebook, considerada uma das mais eficientes do mundo.
Nós fomos a primeira empresa do setor a conseguir um financiamento do Finep para desenvolvimento tecnológico. A empresa soube entender que houve uma revolução e está trabalhando duro para ser mais relevante para o consumidor.
Foi necessário um pouco de esforço pela gerência para se adaptar e aumentar o nível de informalidade, tal como existe nas startups.

Porquê?
Na década de 90, o Magazine Luiza já atuava com baixa burocracia. O DNA da companhia sempre foi de uma startup. É uma empresa que tem atitude de dono, como as startups.
O Magazine sempre dispôs de muitos elementos de startup, mesmo quando isso não era tão popular, e isso se alinha bem com esses jovens atuantes no ramo digital.

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